Utilizando osteotomos para expansão da cavidade óssea
Perfuração terminada, pronta para inserção do implante
Implante colocado, com algumas expiras expostas e necessitando de enxerto
Enxerto com tecido ósseo xenogeno
Membrana para regeneração óssea (BAUMER)
Vista oclusal no momento da reabertura cirúrgica(6 meses após)
Vista vestibular da colocação do cicatrizador com perfil de emergencia
Protese removivel que a paciente utiliza até a finalização do caso
Colocação de parafuso de laboratório para se saber se a prótese será cimentada ou parafusada. (se o parafuso sair na face palatina, será parafusada, se sair na incisal ou vestibular, será cimentada).
Vista oclusal do mesmo parafuso
Colocação de transfer para moldeira fechada ou de estoque
Moldagem de arco total, com moldeira de estoque
Detalhe da moldagem, com as facetas de orientação para colocação do transfer
Vista vestibular da coroa metalo-ceramica
Vista palatina da coroa metalo-ceramica
Aspecto da coroa metaloceramica no elemento 11
Vista palatina, com o orificio de acesso ao parafuso retentor restaurado
Resumo
Paciente com fratura do elemento 11. Como havia grande perda óssea vestibular, optamos por fazer implante primeiramente a extração do dente e após 4 meses a colocação do implante. Concomitante 'a colocação do implante, enxerto óssseo + membrana para regeneração óssea foi colocado e aguardamos 6 meses para então fazermos a reabilitação com coroa metalo-ceramica parafusada.